11 e 12 dezembro – XI Congresso do LIVRE

Nos dias 11 e 12 de dezembro, o LIVRE realiza o seu XI Congresso, em Oeiras.

Será discutido e votado o programa eleitoral que o LIVRE apresentará às eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro de 2022 e apresentados os candidatos e as candidatas que o defenderão por todo o país.

O Congresso será presencial, no Auditório do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera) de Algés, e online.

Programa previsto para o XI Congresso do LIVRE

11 de dezembro de 2021

9h00 às 09h30
1. Receção dos Congressistas
9h30 às 10h00
2 Divulgação do resultado da votação do Regimento, e da eleição da Mesa do Congresso;
3 Intervenções de abertura do Congresso
3.1 Mesa da Assembleia
3.2 Conselho de Jurisdição
3.3 Grupo de Contacto
10h00 às 10h30
4. Apresentação do Programa Eleitoral
10h30 às 13h30
5. Apresentação e debate das emendas ao Programa Eleitoral
6. Abertura da plataforma de votação das emendas (13h30)
15h00 às 17h00
7. XII Congresso do LIVRE – Congresso Eletivo: apresentação e discussão
7.1 da data e local
7.2 da composição da Comissão Organizadora
17h00 às 17h30
8. Votação das propostas relativas ao XII Congresso
17h45
9. Comunicação dos resultados da votação das propostas relativas ao XII Congresso
18h00
10. Suspensão dos trabalhos
19h00
11. Encerramento da plataforma de votação das emendas ao Programa Eleitoral

12 de dezembro de 2021

9h30 às 10h00
12. Comunicação dos resultados da votação das emendas
10h00
13. Abertura da plataforma de  votação da versão final do Programa Eleitoral
10h00 às 13h00
14. Discursos dos/as cabeças de lista
13h00 às 13h30
15. Encerramento do Congresso com divulgação do resultado da votação do programa eleitoral
15h00 às 17h00
Visita à antiga Fábrica da Lusalite via passeio marítimo Algés – Cruz Quebrada

Localização do Congresso

O XI Congresso do LIVRE terá lugar no Auditório do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera) de Algés.

O Auditório localiza-se na Av. Brasília 6, Lisboa, e disponibilizará um espaço para um número limitado de congressistas participarem presencialmente (este número foi limitado de forma a cumprir com os padrões de segurança sanitária recomendados pela Direção-Geral da Saúde). O espaço é de fácil acesso, com várias ligações no que toca a transportes públicos.

Como Chegar

  • Metro de Lisboa + Comboio: Sair na estação de metro do Cais do Sodré > Apanhar comboio no Cais do Sodré em sentido de Cascais > Sair na Estação de Algés.
  • Elétrico: 15E – Praça da Figueira > Algés (Pc. D. Manuel I – penúltima paragem, junto ao Mc.Donalds)
  • Comboio (linha de Cascais): sair na estação de Algés
  • Autocarros:
    • 750 Algés Colégio Militar (Metro) –> Algés (terminal, sair aqui)
    • 751 Algés Mercado Estação Campolide –> Algés (sair aqui)
  • Carro
    • Vindo de Sul: A2 –> Ponte 25 de Abril –> Sair para a A5 em direção a Cascais/IC19/Sintra/Monsanto –> Sair na saída 3 em direção a IC19/Sintra/Amadora–> Sair na saída 2 para IC17/CRIL em direção a Algés/Buraca –> Fazer a IC17 até à ultima saída em direção ao Rio Tejo, chegando à rotunda que fica a escassos metros do local do auditório
    • Vindo de Norte:
      Pela A8: A8 –> Seguir pela A36/IC17 –> Sempre em frente em direção ao Rio Tejo, sair na última saída chegando à rotunda que fica a  escassos metros do auditório
      Pela A1: A1 –> até ao fim –> 2ª Circular –> Sair na saída 1 para convergir com A36/IC7 em direção a Algés –> Sempre em frente em direção ao Rio Tejo, sair na última saída chegando à rotunda que fica a escassos metros do auditório.

A entrada para o auditório faz-se pelo lado da rotunda que existe no local e que marca o final do IC17 – CRIL.

A Esquerda que não desiste

Mensagem Política do LIVRE para as Eleições Legislativas

Aprovada na 68.ª reunião plenária da Assembleia do LIVRE, no dia 9 de novembro de 2021

O LIVRE apresenta-se como uma esquerda sem receios do compromisso e da governação e que procurará sempre acordos negociados para legislaturas completas, que permitam a implementação das políticas transformadoras de que
Portugal precisa urgentemente.

As eleições legislativas de 2022 acontecem num momento extremamente delicado para o país e num contexto exigente em que urge responder às devastadoras consequências da pandemia, proteger os mais afetados pela crise económica,
agravada pela crise emergente de energia e matérias-primas, acudir a um Serviço Nacional de Saúde em pré-rutura, enfrentar a crise ecológica e traçar uma estratégia de desenvolvimento inclusivo e sustentável no médio e longo prazos para Portugal. Esta exigência tem de ter uma resposta progressista à altura.

O LIVRE não desiste de ser uma voz na Assembleia da República em defesa da justiça social e da justiça ambiental, da Igualdade e dos Direitos Humanos e uma garantia que o diálogo não morreu com esta crise política, que a esquerda não
desiste de lutar por conquistas concretas e palpáveis para os portugueses e que existe uma visão de futuro que vai muito além da gestão do quotidiano.

O LIVRE não desiste do Estado Social nem da garantia da segurança social, nem de assegurar os direitos básicos como o acesso a uma escola pública de qualidade, nem do acesso à habitação, um direito Constitucional por cumprir.

O LIVRE não desiste do Serviço Nacional de Saúde e dos seus profissionais, tão sacrificados nesta pandemia e que continuam a lutar por melhores condições e direitos, nem de assegurar o acesso à saúde mental, aos cuidados primários e paliativos.

O LIVRE não desiste do Planeta e de encontrar soluções para resolver a crise ecológica, quer à escala global, quer à escala nacional. Não desiste de travar e inverter o declínio da biodiversidade, a degradação e o colapso dos ecossistemas, o desequilíbrio progressivo dos ciclos naturais e das alterações climáticas – nomeadamente através de um Novo Pacto Verde que permitiria investir decisivamente na reconversão da nossa economia para um modelo mais
sustentável.

O LIVRE não desiste de um novo paradigma pós-capitalista de Desenvolvimento Ecológico e Solidário, cimentado nos setores do associativismo e do cooperativismo, e em modelos de economia circular e do conhecimento. Não desiste da Ciência e da Cultura como promotoras da inclusão, da emancipação e da coesão social.

O LIVRE não desiste dos Direitos Humanos e da Igualdade e do combate a todas as formas de discriminação, nem da construção de uma sociedade feminista e livre de todos os preconceitos, sejam racistas, LGBTQIfóbicos, idadistas ou quaisquer outros.

O LIVRE não desiste da Liberdade enquanto pilar de uma vida plena para todas as pessoas, com direito ao rendimento e ao tempo. Não desistimos de lutar por visões de futuro que libertem as pessoas, seja um salário mínimo digno, o Rendimento Básico Incondicional ou as 30 horas de trabalho semanais.

O LIVRE não desiste de aprofundar a democracia construindo-a participativa e a várias escalas, quer através de Assembleias de Cidadãos, quer através da tão necessária regionalização, quer através da criação de uma democracia europeia, aprofundando a União Europeia enquanto projeto de paz, integração e de defesa dos Direitos Humanos.

O LIVRE é o partido português da esquerda verde europeia, com uma visão ecologista, cosmopolita, libertária e universalista que reconhece e antecipa os desafios do século XXI. Rejeitamos as políticas da desvalorização, do empobrecimento e da desigualdade, e não desistimos de lutar por um novo modelo de desenvolvimento para o país, ecológico, assente na valorização da ciência e do conhecimento, que garanta a transição ecológica de que necessitamos desesperadamente. O LIVRE é a esquerda que o país precisa no século XXI. O LIVRE é a esquerda que não desiste.