Naturalidade

Mafamude, Vila Nova de Gaia, Porto

Local de Residência

Arcozelo, Vila Nova de Gaia, Porto

Nacionalidade

Portuguesa

Profissão

Estudante

Apresentação Pessoal

Sou o Diamantino, tenho 34 anos, venho de Vila Nova de Gaia, sou estudante de doutoramento em Ciência Política, e apresento-me como candidato nestas primárias para as eleições para o Parlamento Europeu.

Ao longo da minha vida tive várias experiências profissionais, em Portugal e em França, que me permitiram experienciar em primeira mão as dificuldades que muitos de nós sentem, como o desemprego, a emigração, a precariedade e os salários baixos.

Para poder participar mais diretamente na ação política decidi, sem nunca antes me ter envolvido em nenhum partido ou força política, inscrever-me no DiEM25, em 2016. Desde essa data tenho participado regularmente nas atividades deste movimento em Portugal.

O LIVRE e o DiEM25 partem como aliados nesta disputa eleitoral que se avizinha e pretendo contribuir com o máximo das minhas competências e capacidades para alargar o debate interno, fomentar o diálogo e ajudar a cumprir os objetivos da candidatura transnacional da “Primavera Europeia”.

Redes Sociais

Apresentação de candidatura

Acredito numa Europa solidária, justa e democrática. Estes valores e a sua defesa intransigente são a base da minha candidatura às primárias do LIVRE para as eleições europeias.

Como membro do DiEM25, e aliado do LIVRE na candidatura pan-europeia da “Primavera Europeia”, espero poder contribuir com uma perspetiva diferente para o debate interno, focando outros temas e outras ideias.

O meu compromisso ético é inabalável. Pretendo fazer da ética e da transparência uma das bandeiras mais fortes desta candidatura. Num momento de enorme falta de confiança nos atores e nas instituições políticas, torna-se indispensável assumir uma posição firme e clara na defesa dos mais altos valores éticos. Para restabelecer as relações de confiança entre eleitos e eleitores não basta ser eticamente irrepreensível, é preciso ir mais além, propondo alternativas e soluções para problemas como a corrupção, os conflitos de interesse, as portas giratórias entre política e interesses privados, a captura das instituições públicas por grandes interesses económicos privados. Isso só será possível através da participação ativa dos cidadãos.

Acredito que é necessária, também, uma refundação dos nossos regimes democráticos, partindo das instituições europeias, colocando os interesses dos cidadãos e dos povos sempre em primeiro lugar. Temos que acabar, de uma vez por todas, com o paradigma económico neoliberal dominante na UE, que tem criado tantos problemas económicos, sociais, políticos e ambientais. Isso só será possível se voltarmos a colocar no topo das nossas prioridades os que menos têm, aqueles que, por mais que trabalhem ou por mais que procurem, não conseguem encontrar forma de melhorar as suas vidas e das suas famílias. São estes cidadãos, com dificuldade para conseguirem chegar ao fim do mês, com trabalhos precários e mal pagos, que têm que figurar, novamente, nas prioridades de qualquer partido ou movimento político progressista.

O combate às desigualdades sociais tem que estar na linha da frente do combate político das forças progressistas, conseguindo, dessa forma, retirar o espaço àqueles movimentos extremistas que procuram canalizar as frustrações e dificuldades dos cidadãos para projetos políticos antidemocráticos.

Por uma Europa mais solidária, mais justa e mais democrática, junta a tua à nossa voz!

 

 

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