Naturalidade

Caracas – Venezuela

Local de Residência

Ponta Delgada

Nacionalidade

Portuguesa

Profissão

Meteorologista

Apresentação Pessoal

Casado e pai de duas filhas, filho de emigrantes portugueses na Venezuela, nasceu na cidade de Caracas em 1962, onde viveu até aos 14 anos de idade. Em 1986, completou a Licenciatura em Física pela Universidade de Aveiro, tendo ingressado no ano seguinte no quadro de meteorologistas do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica. Especializou-se no tema do ozono atmosférico, tendo participado em vários projetos nacionais e internacionais e publicado vários trabalhos em revistas de referência sobre esta temática. Em 1996 completou o Mestrado em Ciências Geofísicas – Meteorologia, pela Universidade de Lisboa. Representou Portugal em várias comissões internacionais no domínio da composição da atmosfera e foi formador em vários cursos para pessoal de meteorologia. Em 2003, foi colocado na Delegação Regional do Instituto de Meteorologia em Ponta Delgada, onde exerceu funções como meteorologista, previsor e apresentador do espaço de meteorologia na RTP – Açores. Desde 2008 foi Delegado Regional dos Açores no Instituto de Meteorologia e mais tarde no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Atualmente é Técnico Superior no IPMA, onde exerce funções como meteorologista.

Redes Sociais

Apresentação de candidatura

No exercício da minha profissão, acompanho desde há mais de 30 anos o problema das Alterações Climáticas e por isso não foi surpresa para mim a gravidade que este problema tem vindo a tomar ao longo dos anos. Ao contrário do problema do ozono estratosférico, onde foi possível chegar rapidamente a um acordo global para suspender drasticamente o fabrico de substâncias que destroem o ozono, o problema das Alterações Climáticas continua por resolver. Vários protocolos e acordos foram celebrados ao longo de quase três décadas com vista a redução das emissões de gases com efeito de estufa, mas a sua eficácia deixa muito a desejar.
Em Portugal continuamos à espera da mudança de paradigma, de uma economia baseada no carbono para uma economia verde. Nos Açores continuamos à espera de medidas objetivas para uma transição energética eficaz. O Estado Português não dá o exemplo, continua a adquirir viaturas a combustão, quando deveria ser pioneiro na aquisição de viaturas elétricas. Temos um parque eólico que invade serras e planaltos em todo o território e o preço da eletricidade é um dos mais elevados da Europa. Qual o incentivo que um cidadão tem para adquirir uma viatura elétrica quando o Estado Português não dá o exemplo e ainda por cima encarece a energia elétrica com impostos?
Desde a sua criação, o Livre tem o ambiente no cerne da sua Declaração de Princípios, defendendo um verdadeiro Pacto Verde e promovendo a inclusão e a participação ativa dos cidadãos nas suas decisões. É isso que me atrai no Livre. E é essa a principal diferença do Livre relativamente aos outros partidos e é por isso que me tornei membro.
O futuro das próximas gerações está nas decisões que a nossa geração tomará. Não sejamos lembrados como a geração “rasca” que não teve o engenho de salvar o Clima.

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