Naturalidade

Portugal

Local de Residência

Portugal

Nacionalidade

Portugal

Profissão

Investigador doutorado em áreas de sustentabilidade e recusos renováveis

Apresentação Pessoal

O meu nome é Ricardo da Costa, sou investigador na Universidade de Coimbra, em áreas de sustentabilidade e recursos renováveis. Nasci na África do Sul, filho de pais portugueses. Tirei licenciatura e mestrado na Universidade de Coimbra, em Biologia e Biotecnologia. Em 2011, mudei-me para o Reino Unido, País de Gales, onde fiz de Coimbra, em Biologia e Biotecnologia. Em 2011, mudei-me para o Reino Unido, País de Gales, onde fiz doutorando e trabalhei em investigação. Este foi um período muito satisfatório da minha vida, em que criei fortes laços profissionais e pessoais. Porém, em finais de 2017, por vários motivos, não consegui resistir mais ao apelo de voltar a casa. Deste modo, rescindi o contrato e decidi regressar a Portugal.
Considero-me um cidadão do mundo, europeísta, mas o facto de ser português é muito importante e grande motivo de orgulho para mim.

Redes Sociais

Apresentação de candidatura

Sempre me considerei de esquerda e inclusivamente estive associado a uma “jota” de esquerda. Nunca deixei de ter fortes convicções políticas, no entanto, devo admitir que durante muito tempo estive desanimado com o panorama partidário nacional. Isto começou a mudar com a emergência de novos partidos, inovadores e que realmente pretendem ser uma alternativa ao sistema bi-partidário tradicional. Neste contexto, identifico-me particularmente com as políticas e posições ideológicas do LIVRE. Especialmente desde os debates para as eleições europeias. Vivi bastantes anos no Reino Unido, onde assisti em primeira mão às consequências provocadas pelo desligamento das populações à UE. Sou europeísta por defeito, mas acredito que há espaço para melhoria. Como pode ser confirmado pelo meu trabalho publicado, acredito também firmemente na importância de uma economia saudável para a melhoria das condições sociais; mas acredito ainda mais fortemente que o “progresso” deve assentar em tecnologias e recursos ecologicamente sustentáveis. Fazendo parte do LIVRE, gostaria de contribuir para criar um melhor Portugal dentro da Europa, que saiba maximizar o que tem de bom ao nível de recursos (materiais, sensoriais e humanos), e sempre de um modo sustentável. É nestes trâmites gerais que assenta a minha candidatura às listas de candidatos às Eleições Legislativas.

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