Naturalidade

Montemor-o-Novo

Local de Residência

Montemor-o-Novo

Nacionalidade

Portuguesa

Profissão

Educadora de Infância

Apresentação Pessoal

Nasci, em 1959, na vila de Montemor-o-Novo, hoje cidade, onde moro desde os anos 90, depois de ter vivido em Luanda e Almada. Sou casada, tenho um filho com 35 anos e uma neta com 1 ano.
Educadora de infância há 35 anos, exerço numa pequena aldeia, São Cristóvão, pertencente ao concelho onde resido.
Sou licenciada em educação de infância, mestre na mesma área e doutora em História da Educação, pela Universidade de Lisboa.
Libertária, europeísta, republicana, anti-racista e ateia, tornei-me membro do LIVRE em 2015, depois de quase 30 anos sem qualquer filiação partidária. Nos anos 70/80 militei no PRP, tendo tido, também, participação muito ativa, nos GDUP’s, quando da campanha presidencial de Otelo.
Atualmente faço parte da Assembleia do LIVRE e do Grupo de Coordenação Local do Núcleo Territorial do distrito de Setúbal, (enquanto não conseguir criar um núcleo em Évora).

Redes Sociais

Apresentação de candidatura

O objetivo da minha candidatura, a estas primárias, assenta na defesa dos interesses do distrito de Évora, tentando implementar uma politica de esquerda e ecológica, esperando, um dia, que estas politicas, possam contribuir para o desenvolvimento sustentável, do meu distrito
Defendendo uma regionalização assente nos interesses dos cidadãos e numa democracia participativa, assumo o compromisso em que a honestidade, a integridade e os ideais do LIVRE serão uma constante.
Enquanto defensora de uma regionalização participada, oponho-me à quantidade de pensamentos não estruturados, reflexos de ideologias operadas a partir do erro, que se começam a tornar frequentes. Os defensores dos experimentalismos continuam a apoiarem-se em toda uma retórica e uma imanência ideológica que, ocasional ou casualmente, fazem com que, por vezes, sinta alguma dificuldade em encontrar as formas lexicais corretas para as definir. Precisamos que as verdades se comecem a assumir como tal e que as opções politicas sejam o espelho das racionalidades.
Fecham-se balcões dos CTT; fecham-se Centros de Saúde; fecham-se dependências bancárias; fecham-se escolas; fecham-se freguesias e já se começam a fechar aldeias. É contra este estado das coisas que urge intervir, objetivando, o bem-estar das populações, através de uma intervenção cidadã consciente e informada.
Se a regionalização é um dos meus centros de interesse, os temas relacionados com a educação, não o são menos.
Escolas sem professores colocados, sem assistentes operacionais suficientes, crianças com necessidades educativas especiais (NEE) sem professores de apoio, obras por fazer ou por concluir, espaços descuidados, falta de creches enfim…todo um manancial de problemas por resolver. O relacionamento entre autarquias e agrupamentos nem sempre se orientam para um entendimento saudável. Só quando a implementação de uma verdadeira autonomia das escolas, for a realidade, estas parcerias poderão contribuir para a melhoria das práticas pedagógicas. Também, uma efetiva participação empenhada das comunidades locais, beneficiaria a todos.
Um contexto descentralizado implica um maior empenho e, por conseguinte, uma maior consciencialização de toda a comunidade para a resolução dos problemas mais prementes. Que fique claro, não estou a defender a municipalização do ensino, apenas defendo uma maior cooperação escola/comunidades locais/autarquias/Ministério da Educação, todos juntos não somos demais.
Defendo uma contra-escola, onde a escolha de textos com diferentes leituras e entendimentos, sejam a realidade, uma escola de liberdades onde as aprendizagens reflitam a vida.
Por tudo isto resolvi apresentar a minha candidatura, sabendo à partida que a nossa inserção, em Évora, é muito baixa e que só insistindo numa maior visibilidade conseguiremos um dia ser um grande Partido com implantação nacional.

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