Candidato por Lisboa
Naturalidade
Odivelas
Local de Residência
Lisboa
Nacionalidade
Portuguesa
Profissão
Médico
Apresentação Pessoal
Sou republicano, laico, humanista, de esquerda, médico, ecólogo, ecologista, apicultor. Gosto de dançar danças escocesas. Vivo com o meu companheiro e o nosso cão.
Estes são alguns momentos da minha participação cívica.
Em 2000, marchei na primeira Marcha do Orgulho de Lisboa.
Em 2008 contrui uma casa mais ecológica, com paredes de madeira e terra e isolamento de cortiça, uma casa feita de mãos a querer demonstrar outro caminho. Podem ver o processo em planob-arruda.blogspot.com .
Em 2010 abri a Loja de História Natural em Lisboa, onde se ia para aprender sobre o mundo natural. Podem visitá-la em http://lojadehistorianatural.blogspot.com .
Em 2015 fiz parte da Comissão Eleitoral da candidatura às legislativas “Tempo de Avançar”.
Em 2018 lancei uma candidatura aberta à direção da Liga para a Protecção da Natureza. Podem acompanhar esse processo em lpn2018candidaturaaberta.blogspot.com .
Também em 2018, iniciei a produção da série documental sobre a floresta em Portugal “1001 Margaraças”, projeto que podem seguir em 1001margaracas.blogspot.com .
Depois de ter visto as minhas tentativas de trabalhar sem ser a recibos verdes para o SNS sistematicamente rejeitadas, mesmo durante a pandemia, iniciei em 2021 a minha prática privada a que chamei “Medicina com Tempo”.
Redes Sociais
Apresentação de candidatura
1. Em Portugal, a mortalidade acima da média associada à pandemia da COVID-19 ultrapassou os 25 mil mortos e perdemos, em 2020, quase um ano de esperança média de vida mas mais de 10% da população não tem médica assistente. No mundo, a pandemia já matou mais de 10 milhões de pessoas e atinge de forma desigual os mais pobres.
A actual estratégia de mitigação não é uma solução a longo prazo, condena os mais vulneráveis a prisão domiciliária e a morte prematura. O objectivo deve ser a irradicação. Urge dar condições aos profissionais no SNS, reforçar os gabinetes de saúde pública, investir na melhoria da ventilação de espaços e aumentar a testagem. E a morte de 25 mil pessoas torna imperativo um Inquérito Parlamentar à gestão da pandemia.
2. O tempo para evitar as alterações climáticas já passou. A luta é, hoje, dupla: reduzir emissões para mitigar os impactos futuros; e preparar as comunidades para as trágicas disrupções que aí vêm. Na procura de soluções, perceba-se que nem toda a energia renovável é boa; há que reverter a obrigação de incorporar biodiesel nos combustíveis; urge classificar a queima de biomassa como energia não renovável. É preciso explicar que face à intermitência das energias renováveis e à sua ainda baixa implementação, é impossível fazer a transição energética sem garantir fontes de energia fósseis a longo prazo e que reduzir o consumo de energia é melhor do que apenas mudar o tipo de consumo. Em vez de incentivar a compra de carros eléctricos ou a instalação de centrais fotovoltaicas é preciso reduzir quer o número de carros individuais quer outros tipos de consumo de energia, apoiando a melhoria do desempenho energético de edifícios (lutando contra o desconforto térmico) e reduzindo e fiscalizando os limites de velocidades na estrada; o consumo de combustíveis aumenta com a velocidade cujo excesso causa acidentes e engarrafamentos, mata, e exclui peões e ciclistas da via pública.
3. O tempo para evitar a crise de biodiversidade já passou. Para salvar o máximo possível até que a transição populacional e energética tenha sido conseguida é preciso uma rede de crioarcas genéticas e implementar uma real política de conservação da natureza, sem preconceitos. O mundo rural é complexo. É preciso regulamentar as explorações intensivas e apoiar as extensivas. Por exemplo, há carne cuja produção contribui para melhorar o ambiente; a floresta precisa de gestão e o gado em criação extensiva é uma das soluções.
4. Assuma-se o problema do crescimento populacional mundial. É preciso reforçar o apoio global a iniciativas de planeamento familiar, dando às mulheres o poder para decidir quantos filhos querem ter.
5. A política ao serviço das pessoas precisa de ser realista e prática. Pequenas coisas fazem muita diferença.
Vê aqui o vídeo de campanha do Rui Pedro Lérias!
https://www.facebook.com/watch/?v=503218700273668&ref=sharing